Ação Educativa: Livros
| Indicadores da Qualidade na Educação A publicação Indicadores da Qualidade na Educação é um instrumento de avaliação que visa o envolvimento de toda a comunidade escolar em processos de melhoria da qualidade educativa. O material, elaborado por especialistas e instituições de referência na área, consiste na proposta metodológica participativa com base em um sistema de indicadores agrupados em um conjunto de dimensões. Acesse o site dos Indicadores da Qualidade na Educação | |
| Indicadores da Qualidade na Educação Infantil A publicação Indicadores da Qualidade na Educação Infantil é um instrumento de autoavaliação da qualidade das instituições de educação infantil, por meio de um processo participativo e aberto a toda a comunidade. A metodologia, elaborada por um grupo de especialistas na área de educação infantil sob coordenação conjunta da Ação Educativa, Unicef, Undime, Fundação Orsa e Ministério da Educação, foi discutida em oito seminários regionais e, posteriormente, pré-testada em nove instituições de educação infantil em nove unidades federadas. | |
| Letramentos no Ensino Médio O livro "Letramentos no Ensino Médio" pretende abrir um diálogo com professores sobre as práticas de escrita e leitura dos jovens, dentro e fora da escola. Escrito por Ana Paula Corti, Ana Lúcia Souza e Márcia Mendonça, educadoras que trabalham com jovens em projetos da Ação Educativa, o livro compartilha experiências e sugestões, trazendo falas e relatos de estudantes e professores da rede púbica. O objetivo principal é auxiliar professores e educadores das várias disciplinas do Ensino Médio a apoiar o processo de letramento dos adolescentes. Solicitar na Ação Educativa: (11) 3151-2333 | |
| Cartilha - Direito Humano à Educação Plataforma Dhesca Brasil e Ação Educativa, após anos de parceria, sentiram a necessidade de ter um documento comum, de ampla divulgação e fácil acesso, que sistematize seus conhecimentos e aponte caminhos para que os direitos humanos sejam realmente agregados às dimensões físicas e concretas da vida de todos. | |
| Em Questão 6: Ensino Médio no Brasil Autora: Nora Rut Krawczyk - Professora da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas | |
| | Que ensino médio queremos? Relatório final do projeto Jovens Agentes pelo Direito à Educação - Jade | |
| | Jovens e trabalho no Brasil: desigualdades e desafios para as políticas públicas Quais as diferentes formas dos jovens combinarem estudo e trabalho? Esse foi o mote do livro "Jovens e Trabalho no Brasil - desigualdade e desafios para as políticas públicas", de Maria Carla Corrochano, Maria Inês Caetano Ferreira, Maria Virgínia Freitas e Raquel Sousa. A publicação é baseada na análise de dados da PNAD (Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílio) de 2006, numa parceria entre a Ação Educativa e o Instituto ibi, com o apoio técnico do DIEESE. | |
| Em Questão 4: O Plano de Desenvolvimento da Educação Em março de 2007 o MEC divulgou as linhas gerais do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE). Em meio às inúmeras informações, opiniões e interpretações colocadas na cena pública, a Ação Educativa considerou a necessidade de elucidar e qualificar o debate, sem torná-lo unilateral, dada a sua dimensão e importância e realizou um seminário em junho, em parceria com o CENPEC, que reuniu mais de 200 pessoas de 35 cidades de 7 estados. Pautada naquele evento, esta publicação traz alguns dos aspectos e polêmicas debatidos na ocasião por pesquisadores, ativistas e gestores públicos, que se dispuseram a discutir e refletir sobre o PDE. | |
| Igualdades e Diversidades: Promoção de Igualdade Racial nas Políticas Públicas – uma experiência em Santo André (SP) A publicação resulta de formação desenvolvida pelo Programa de Educação de Jovens e Adultos junto a funcionários da Prefeitura de Santo André sobre a Eqüidade Racial nas políticas públicas. A iniciativa é uma linha de continuidade de outros programas e ações desenvolvidos por aquela administração municipal, com vistas à promoção da eqüidade racial e de gênero e a qualificar o atendimento da população pelos serviços de saúde locais. | |
| | Juventude e adolescência no Brasil: referências conceituais Este caderno, produzido a partir de questões levantadas no GT Cidadania dos Adolescentes, é uma contribuição ao desafio de construir um marco conceitual sobre adolescência e juventude que favoreça a construção de políticas que melhor atendam às suas expectativas. Para contribuir com esse desafio, convidamos Helena Abramo e Oscar Dávila León a escreverem sobre o tema, submetemos a primeira versão do texto à apreciação de seis pareceristas e, a partir daí, os autores prepararam os textos aqui apresentados. Ao publicar este caderno, a Ação Educativa espera contribuir para fomentar o debate em torno das concepções de juventude e de adolescência que vêm orientando os diversos atores e sua articulação com as políticas. | |
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| Em questão 3 - Educação e exclusão no Brasil A educação, tanto no senso comum como entre os especialistas, é considerada um dos fatores mais importantes para a mudança do padrão de desigualdade que marca a sociedade brasileira, bem como para seu desenvolvimento. Se é verdade que a oferta pública da educação do Brasil ao longo do século passado cresceu consideravelmente, é também certo que ainda não conseguiu atingir um patamar de qualidade, reproduzindo dessa forma padrões de desigualdades e iniqüidades. Esta publicação tem como objetivo central mostrar como a exclusão e as desigualdades socioeconômicas causam impacto na oferta educacional. Por outro lado, o trabalho almeja, também, indicar os fatores relacionados à oferta educacional que contribuem para a reprodução destas desigualdades. | |
| A educação básica no Governo Lula - um primeiro balanço A presente publicação propõe uma análise do conjunto das políticas de Educação Básica implementadas durante a primeira gestão do governo Lula, particularmente em três anos e meio. A proposta é realizar uma análise a partir de dois referenciais: 1. O Programa de Governo do PT, apresentado durante a campanha de 2002, buscando avaliar sua coerência programática e sua capacidade de sustentar os compromissos assumidos; 2. O Plano Nacional de Educação, o qual deveria balizar o horizonte das políticas públicas, uma vez que se configura em um Plano de Estado com metas até 2011. | |
| Os jovens no Brasil: desigualdades multiplicadas e novas demandas políticas Este texto pretende traçar um retrato da situação dos jovens brasileiros, tendo em vista o emergente campo das políticas públicas que incorporam esses segmentos em sua esfera de ação.Para tanto, foi preciso considerar, antes de tudo, alguns aspectos: o primeiro deles reside na produção multiplicada de novas desigualdades sociais que constituem parte significativa da experiência juvenil contemporânea na sociedade brasileira; o segundo compreende o próprio marco institucional e político que ancora as iniciativas públicas, por sua vez, diverso e fragmentado. | |
| Seis anos de educação de jovens e adultos no Brasil, os compromissos e a realidade Seis anos após a realização da V Conferência Internacional de Educação de Adultos (Hamburgo, 1997), faz uma revisão da evolução das políticas públicas para esse ciclo de vida, avaliando os progressos realizados nesse período em direção aos compromissos estabelecidos na Declaração de Hamburgo e na Agenda para o Futuro. Privilegia as temáticas da alfabetização e educação escolar fundamental de pessoas jovens e adultas, que são direitos universais dos cidadãos brasileiros e constituem a principal chave de acesso à cultura e à informação na sociedade contemporânea. | |
| Banco Mundial em foco: um ensaio sobre a sua atuação na educação brasileira e na da América Latina Alguns elementos merecem destaque na análise deste ensaio. Em primeiro lugar, podemos verificar que o Banco Mundial segue utilizando a lógica do "pacote" de medidas, focalizando o ensino primário, a responsabilização das unidades escolares, o que chama de "eficácia" escolar, entre outros elementos. Ao mesmo tempo, o lugar dos professores em seu discurso e nas práticas que apóia é alarmante, uma vez que explicita não considera-los estratégicos em comparação com outros insumos educacionais. O Banco Mundial tem se apropriado do discurso da qualidade, da descentralização, da participação da sociedade civil, dando, no entanto, sentidos muito próprios a esses conceitos, que devem ser explicitados e disputados por atores da sociedade civil que têm outras perspectivas a respeito. Este ensaio reforça o que estudos anteriores já apontavam, ou seja, que a influência do Banco Mundial tem um impacto significativo nas políticas educacionais, menos pelo investimento em projetos específicos e mais pela influência nas grandes orientações das políticas públicas. | |
| Corregir los errores: Puntos de referencia internacionales sobre la alfabetización de adultos A Campanha Global pela Educação, com o apoio da Action Aid Internacional, lançou o estudo "Corrigir os erros: Pontos de Referência Internacionais sobre a Alfabetização de Adultos", que analisa 67 programas de alfabetização. A partir de entrevistas com 142 especialistas de 47 países, o trabalho aponta 12 elementos que fazem um programa de alfabetização ser bem sucedido. O objetivo é facilitar o planejamento das ações governamentais, de órgãos de financiamento e de ONGs voltadas a atingir as metas da Educação Para Todos até 2015. Além de buscar uma definição abrangente de alfabetização, o estudo destaca a responsabilidade dos governos na promoção do direito à educação de jovens e adultos, a importância da avaliação e monitoramento dos programas de alfabetização e propõe o investimento per capita entre 50 e 100 dólares anuais durante três anos. | |
| Alfabetização e analfabetismo: desafio para as políticas públicas Evento realizado em 3 de setembro de 2003, no auditório do Instituto Itaú Cultural, e transmitido ao vivo pela Rede SescSenac de TV, por iniciativa do Observatório da Educação e da Juventude, programa da Ação Educativa patrocinado pela Petrobras. | |
| A escola e o mundo juvenil: experiências e reflexões Este número inaugural de Em Questão aborda o diálogo entre a cultura da escola e as culturas juvenis: sua existência, seus limites, seus obstáculos e seus desafios. Aborda, dessa forma, a questão das múltiplas identidades do ser "aluno" e do ser "jovem" – nem sempre reconhecidas, nem sempre consideradas –, bem como a questão de seus valores, suas histórias e seus contextos, seus tempos e espaços – tampouco reconhecidos e considerados. | |
| Um balanço preliminar de iniciativas públicas voltadas para jovens em municípios de regiões metropolitanas - Políticas públicas de EJA e Juventude em Porto Alegre Políticas públicas de EJA e Juventude em Porto Alegre - O Relatório é balanço preliminar da investigação realizada em 74 prefeituras de cidades brasileiras para identificar e analisar as ações destinadas aos jovens. Os 74 municípios pesquisados retratam um caleidoscópio rico de possibilidades de compreensão da dinâmica sociopolítica local, uma vez que estão situados em regiões metropolitanas diversas. No universo de investigação estão compreendidos cerca de 8 milhões de jovens entre 15-24 anos para uma população total de, aproximadamente, 40 milhões de habitantes. | |
| Um balanço preliminar de iniciativas públicas voltadas para jovens em municípios de regiões metropolitanas - Equipe do Segundo Relatório Científico O relatório é balanço preliminar da investigação realizada em 74 prefeituras de cidades brasileiras para identificar e analisar as ações destinadas aos jovens. Os 74 municípios pesquisados retratam um caleidoscópio rico de possibilidades de compreensão da dinâmica sociopolítica local, uma vez que estão situados em regiões metropolitanas diversas. No universo de investigação estão compreendidos cerca de 8 milhões de jovens entre 15-24 anos para uma população total de, aproximadamente, 40 milhões de habitantes. | |
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