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{LUZ CÓSMICA} O Prisma De Lira

O Prisma De Lira

 

 

 

 

 

 

 

Uma exploração da Herança Galáctica do Ser Humano

por Lyssa Royal e Keith Priest

                                                     

 

 

 

                                                      

 

 

 

 

 

 

 

 

Prefácio

 

"Ó homens!, não foi a mistura de sangue e respiração o começo e a substancia de vossas almas, mas é seu corpo terrestre que é constituído dessas coisas. Sua alma procede de outro lugar ".

Empédocles

 

Desde os primórdios do registro da história da Terra, há uma emoção doce e amarga ao mesmo tempo que surge dentro de nós, quando nós levantamos nossos olhos para a imensidão do céu noturno. Alguns de nós almejamos que chegue o dia em que a raça humana possa viajar além das estrelas.

 

Esta é realmente uma esperança futura, ou é uma lembrança de nosso passado?

 

A consciência humana ainda mantém mistérios inexplorados. O que é que nos move a estimular a evolução até os seus limites? O que nos leva a criar a discórdia entre as raças que habitam nosso planeta? Talvez estejamos encenando um drama cósmico e temos perdido temporariamente o texto. Sabemos que o que faz um país ou uma raça desta terra afeta lodo. Essa idéia também pode ser levada mais além, pode ser levada até o universo. Talvez o que estamos fazendo aqui afeta inúmeras civilizações que vivem em outros planetas. É possível que sejamos tão amarrados uns aos outros?

 

A informação apresentada neste livro é uma recopilação de anos de interiorização, deduções racionais e canalizações. Para isso, foram utilizadas referências meticulosamente cruzadas de várias canalizações (sobretudo do material proporcionado pela co-autora Lyssa Royal), assim como a investigação de trabalhos autorizados de antroposofia e metafísica.

 

O leitor pode considerar estas idéias literalmente ou simbolicamente, já que a história é a mesma. Não há reclamação de que isto seja a indiscutível verdade com respeito à aparição de nossa Família Galática nesta realidade. Se a voce parece bem, utilize as idéias aqui propostas como um catalisador para seu próprio crescimento. Caso contrário, talvez, este material lhes possa levar a um passo adiante à sua própria evolução pessoal.

 

Uma das idéias mais importantes para acelerar o potencial humano é permitir que todas as verdades sejam a manifestação da Verdade Única, seja esta qual for, graças a isto permitir emergir a unificação. Apesar de não seja mais que isso, deixe que este livro seja divertido e interessante de ler e que estimule sua imaginação, está claro que não é questão acreditar no que propomos, mas sim em instigar seu desejo de explorar!

 

Este é um livro de introdução. Há arejado um extenso glossário ao final da obra para aclarar termos pouco familiares que são utilizados. Cada capítulo representa uma faceta de um complexo tapete e como esse tapete afeta à Terra, ao longo de muitos debates, esta informação obteve um formato que representará ao leitor uma seleção de caracteres - esta seleção não é completa.

 

Existem inumeráveis membros diferentes e dramas que estão em cena em todo o universo. Os caracteres aqui apresentadas parecem haver surgido como os mais importantes com respeito ao vasto drama humano.

 

Ao longo de todo este material se utilizam certas presunções que são o fundamento para o resto da informação. Uma delas é o conceito da reencarnação e a natureza infinita da consciencia. Não é necessário comungar com este conceito para poder entender este material, mas permitirá ao leitor uma visão mais ampla do quadro maior.

 

Outra suposição apresentada é a idéia que cada ser tem uma consciencia superior. Supõem-se que, independente do nível de existência qualquer escolhido pelo ser para um tempo determinado de vida, retém uma consciencia (consciente ou inconscientemente) de sua conexão com o Todo e de sua identidade divina. Este conceito nos conecta com a idéia de que nós somos unicamente os que controlamos nossos destinos. Ou seja, a evolução está em nossas mãos.

 

Ao longo de todo este livro se mantém também a presunção de que o "Todo", ou a consciencia coletiva integrada de nossa Família Galática, sempre existiu. Para o propósito de poder apresentar esta informação, faltam alguns parâmetros. Estes parâmetros farão referencia alegoricamente no "começo" da história como infusão dimensional, e quando se fala do "final", falaremos de integração.

 

Em muitos casos foram utilizados rótulos para descrever lugares ou pessoas (como por exemplo, Sírius ou Sirianos). Em regra geral, estes rótulos são variáveis e denominam melhor um reino ou uma consciencia vibracional e não tanto uma idéia fixa.

 

No caso de Lyra, por exemplo, se reconhece perfeitamente que as estrelas de que falamos se tornam, uma e outra vez, em buracos negros e buracos brancos. Por isso falamos melhor de idéias, do que de pontos concretos no espaço e no tempo.

 

Essas idéias têm um ponto específico; isso, aliás, é bastante óbvio, já que se fala disso em nossas lendas que são atribuídas a outros sistemas estelares. As lendas das tribos dos Dogons, nos textos da Suméria, e os escritos antigos do Egito, todos eles falam de contatos com seres de outros sistemas estelares.

 

Essas lendas, supõem-se, procedem de algum lugar. Embora sua linguagem e estilo de expressão contemporâneo eram ligeiramente diferentes, a solidez de seu conteúdo está além de todo argumento.

 

A informação sobre o passado de nossa raça pode enriquecer nossas vidas na Terra. Se realmente nos transformamos, será graças à consciencia que temos com respeito a nosso mundo, mas não se trata de utilizar essa consciencia para escapar de nossas responsabilidades como cidadãos da Terra e membros da Família Galática.

 

 

Capítulo 1

A Infusão Dimensional

 

"Com suas chaves celestiais, seus acordes do ar, seus inquietantes fogos, a grande lira eólica de Samian, elevando-se através das barras dobradas sete vezes, desde a Terra até as estrelas fixas". (Longfellow sobre Lira em Occultation of Orion)

 

Toda consciencia e toda energia estavam, em seu dia, fusionadas em um Todo integrado. Esse Todo era consciente de alguns de seus aspectos, mas de maneira diferente de uma consciencia individualizada.

 

No atual estado de evolução da Terra, o si mesmo é reconhecido primeiro, depois a sociedade e por fim o Todo, Tudo O Que É, o Deus. Embora se faça uma separação. Essa separação da Fonte é uma ilusão. Essa ilusão é uma ferramenta que prevê ao Todo todas as lições necessárias e desafia sua necessidade de experimentar coisas para reintegrá-lo logo na Fonte.

 

Antes dessa fragmentação da Fonte, o Todo existia em outra oitava da realidade dimensional. Desse lugar de unificação, o Todo, o Tudo o que É pensou na possibilidade de se separar e de que se esquecesse temporalmente da existência integrada.

 

A força de semelhante pensamento a um nível tão massivo começou a criar a fragmentação. A ilusão criada devido à fragmentação seria o esquecido em que a consciencia teria que criar (de sua própria natureza divina) uma lembrança para voltar a unificar-se.

 

O que se denomina "a criação" na realidade é esta fragmentação, ou se quiserem, a infusão dimensional. A curiosidade inicial do Todo com respeito à existência fragmentada criou essa mesma realidade.

 

Faltava uma mudança de perspectiva, de focalização ou de freqüência. Como parte do Todo, os aspectos da Família Galática, foram parcialmente responsáveis na hora de desenhar a heliografia que devia guiar seu desenvolvimento. Por isso, dizer que "somos Deus" tem, de fato, um significado real.

 

A heliografia que foi desenhada continha muitas idéias diferentes. No princípio, foi contida a noção de que a polaridade e a fragmentação eram a norma. O código da heliografia continha a opção do "Livre Arbítrio" de cada um dos fragmentos ou almas. O desafio era lembrar que cada consciencia o possuía. Quanto mais se exercesse o Livre Arbítrio, mais a memória divina se evocava.

 

Enfrentado com a realidade polarizada, o Livre Arbítrio é liberador. Quando uma alma esquece que possui o Livre Arbítrio, as lições se tornam mais árduas, mas ao mesmo tempo tem uma maior recompensa.

 

Outra idéia presente na heliografia escolhida, é que os fragmentos do Todo são completamente responsáveis de suas ações, mesmo no estado de amnésia. Sendo consciente ou não, cada ação geraria uma resposta por parte do universo. Alguns denominaram isto Karma, não obstante, é muito mais que um "olho por olho". Em lugar de castigo por uma conduta negativa, existe sempre a opção de ampliar a consciencia de alguém. Por isso, a sabedoria apaga, de alguma forma, o Karma.

 

Apesar de poder parecer regras de algum tipo de jogo cruel do cosmos, o resultado já está decidido. Tendo isto em conta, não é necessariamente o destino o que conta, porém bem mais, a viagem em si.

 

O que conta é como se joga este jogo.

 

Outro aspecto da heliografia consensuada foi o código etérico gerado no conjunto do tapete universal. Este código permitiria que as formas humanóides bípedes e baseadas no carbono servissem como veículos normais e naturais para a encarnação de consciências humanas dentro das estruturas planetárias.

 

Este código existe a um nível meta-atômico que a ciência acaba de começar a ser capaz de medir. A simbologia da polaridade se manifesta em forma de um corpo humano. O ser humano terrestre é simétrico, tem dois braços, duas pernas, dois olhos, duas orelhas, etc. O corpo se converte em um conjunto completo graças ao tronco e a cabeça.

 

Também se decidiu que durante o desenvolvimento evolutivo das formas humanóides (dentro da Família Galática), as polaridades feminina e masculina se manifestariam em corpos diferentes, mas complementares. Isto devia servir de lembrete para poder criar, já que as polaridades sempre devem se unir e ser integradas. Esta noção se entende melhor quando se tem em conta que o individuo tem a tendência a sentir-se "Uno" quando ele/ela chega a se unir no amor.

 

Qual foi o verdadeiro processo da infusão dimensional?

 

Dentro do tecido de tempo/espaço da constelação de Lira existe algo que se poderia denominar buraco branco. Pode-se comparar este buraco branco com um prisma. Ao passar um raio através de um prisma, se obtém um espectro de luz fragmentada em sete freqüências de cores visíveis.

 

Quando uma parte do Todo passou pelo Prisma de Lira (o buraco branco) a consciencia foi fragmentada em sete freqüências vibratórias que representam a consciencia coletiva da Família Galática da Terra.

 

Cada fragmento obteve consciencia de todas essas freqüências ou densidades diferentes. Anteriormente se experimentavam as freqüências como algo integrado no Todo (como luz branca).

 

Quando essa parte do Todo passou pelo prisma, se manifestou em sete freqüências conscientes. Também a consciencia se fragmentou, e os fragmentos se afastaram um do outro tal como sugere simbolicamente a teoria do "Big Bang". Deste modo surgiu a ilusão de que cada fragmento estava muito, muito só.

 

(Um foco de luz e energia muito intenso. Neste caso, um lugar de nascimento).

 

O Todo compreendeu que o propósito desta experiência era aprender a reintegrar-se a partir de um ponto da separação. Mas, como? Como almas individuais ou em grupos, os fragmentos investigaram o universo que acabava de se criar.

 

A infusão dimensional não só criou uma fragmentação da consciencia, mas também criou estrelas, planetas, gases e moléculas que configuram a realidade física. Não obstante, a realidade física representa somente algumas poucas freqüências energéticas que surgiram devido à fragmentação.

 

Tal como descobriu a ciência, a matéria é vibração energética densificada que se move a um ritmo específico. Cada aspecto do universo é feito de energia. Segundo a tecnologia terrestre, ainda não se descobriu como medir certas partes da realidade.

 

Se a tecnologia tivesse tal habilidade, se poderia distinguir um número infinito de portais de tempo, espaço e dimensão. No momento, explorarão os sete níveis de freqüências da Família Galática da Terra que se fragmentaram ao passar pelo Prisma de Lira.

 

De agora em diante, o termo "densidade" será utilizado para fazer referencia a estes sete níveis de freqüências.

 

Veja no glossário de termos a diferença entre "densidade" e "dimensão".         

 

É importante ter em conta que como partes do Todo que se fragmentaram ao atravessar o Prisma de Lira, cada consciencia reteve a lembrança de todos os níveis de densidade. Não obstante, parte do esquecido perdurou. Desde níveis mais centrais de densidade (como podem ser a terceira e quarta), podem dar-se ausências de lembranças com respeito à coexistência de outros níveis. Conforme vão se integrando, as pessoas vão se dando conta destes outros aspectos.

 

 

O microcosmo sempre reflete o macrocosmo. Isto se pode ver claramente vendo a "coincidência" de como a estrutura atômica reflete a estrutura do sistema solar. Ocorre o mesmo com a fragmentação das partes do Todo em seres individuais ou grupos de alma. O fato de encarnar-se em um corpo físico pode ser comparado a uma mini passagem pelo Prisma de Lira.

 

O processo de fragmentação de alma quando se encarna em um corpo físico, pode ser comparado, de alguma forma, com as teorias de Freud, quando fala de id, ego e superego. Como feto, a alma demonstra uma consciencia de primeira densidade. Nesse ponto a pessoa percebe a si mesmo como algo intrinsecamente conectado com o entorno. Fisicamente, a pessoa é uma massa de códigos de DNA com potencial de converter-se em um ser humano consciente. Devido ao que Freud não levou em conta o desenvolvimento pré-natal, nesse nível não existe nenhuma correlação. Se ele tivesse criado um rótulo para descrever a relação do feto com seu entorno, tinha servido como uma descrição da primeira densidade.

 

Quando a criança está na fase entre seu nascimento e os dois primeiros anos de vida, começam a demonstrar uma consciencia correspondente à seguinte densidade. A criança começa a perceber uma separação entre ele e o entorno, e seus desejos se orientam ao exterior. Todavia, conserva certo egocentrismo, que faz que esse nível corresponda com o nível do id. O que distingue a orientação de uma criança da segunda densidade da terceira é a falta de determinadas habilidades para diferenciar entre si mesmo e o entorno.

 

A partir do segundo ano de vida, aproximadamente, a consciencia da terceira densidade se converte no principal marco já demonstrado. É a fase do desenvolvimento do ego e a tomada de consciencia por parte da criança, de ser um individuo separado. São anos cruciais no desenvolvimento; pode-se apreciar claramente que se esse desenvolvimento se interrompe (devido a abusos) a personalidade se pode fragmentar e criar, talvez, uma disfunção no futuro. Muitos indivíduos retém esta orientação do ego correspondente à terceira densidade ao longo de toda sua vida.

 

O desenvolvimento do superego, ou consciencia superior, é uma característica típica da quarta densidade; os humanos tem a opção de desenvolver, eles mesmos este aspecto, numa reintegração da fragmentação da personalidade que ocorre ao longo do processo do nascimento, mas também é uma integração a nível espiritual.  

 

À medida que a raça humana se estabelece mais solidamente dentro da consciencia da quarta densidade supõe-se que esse processo de fragmentação da personalidade se notará cada vez menos, e talvez as crianças comecem a mostrar muito antes características da quarta densidade em seu desenvolvimento, e as reterem ao longo de toda sua vida.

        

Durante a infância deve-se aprender a adaptar-se e integrar-se em um quadro funcional. Se isto não se consegue (quando há abusos durante a infância), começam a mostrar-se com freqüência disfunções psicológicas ao alcanças a idade adulta.    

Patologias como a múltipla personalidade podem surgir devido a que o processo natural de integração da terceira densidade não teve lugar durante a infância.

 

Algumas civilizações extraterrestres aprenderam a detectar e transmutar as sementes das funções patológicas durante a infância, portanto, não tem incidentes de patologias adultas, se chegam a entender que não importa até que ponto um individuo possa se fragmentar (seja a nível de alma ou de personalidade) e que o regresso para casa sempre será devido à integração. Essa pessoa não perderá nunca de vista sua meta. Neste caso realmente podemos voltar pra casa.

 

 

Capítulo 2

A Criação da Família Galática

 

"Eu sou Ra, que afirmou na época. Eu sou o centro da roda, uma estrela que cobre o mar infinito. Eu não sou a colheita; eu sou a semente. Eu não sou a lira; eu sou a canção. Eu não morrerei".

O Livro Egipcio dos Mortos (Tradução de Ellis)

 

Ao passar através do Prisma de Lira, o primeiro fragmento criou um grupo de seres que se podem chamar "Fundadores". Fundadores representam a consciencia coletiva do que eventualmente deveria ser a humanidade. Bordas tem a capacidade de dirigir até mesmo em um nível tão alto como é a quarta dimensão, mas seu estado natural é o estado não físico.

 

Ao separar-se da parte do Todo que passou pelo Prisma de Lira, seguem retendo uma memória similar a um sonho, da idéia da integração e do propósito da fragmentação. Eles são os que supervisionam a evolução da humanidade. Assumem o papel do arquétipo Pai, mas com polaridade masculina e feminina equilibrada.

 

Os Fundadores se deram conta da heliografia escolhida quando se separaram do Todo. Sabiam que os "filhos" são portadores dos códigos dos "pais" nessa heliografia. Pelo fato de que eles jogam com o papel dos pais como sua responsabilidade de guiar o crescimento da nova consciencia que acaba de se criar. Ao assumi-la, se converteram na heliografia, começaram a compreendê-la e vivê-la, sabendo que isto ia fornecer códigos para futuros fragmentos.

 

Os Fundadores começaram a compreender o padrão energético natural da realidade polarizada que acabavam de criar. Se deram conta claramente, de que a consciencia coletiva recentemente fragmentada interatua com determinadas realidades (ou dizer, densidades) dentro de um marco de 3 aspectos principais,

                     um ponto de positividade pura

                     um ponto de negatividade pura        

                     o ponto de integração de ambos

 

Toda interação ocorre dentro dessa linha que conecta cada ponto, com muito poucos aspectos de consciencia dentro de cada ponto de pureza. Dar-se conta disso, os inspirou a entender um paradigma de realidade polarizada. Isso era algo novo em seu mundo e ampliou sua compreensão. O paradigma tal como surgiu para eles, se mostra abaixo na forma de diagrama em duas dimensões.

 

Conforme estudaram o paradigma, compreenderam a mecânica de como as consciências fragmentadas iam fundir-se novamente ao voltar a passar pelo Prisma de Lira. O modelo linear acima mencionado pode mudar para criar uma relação dentro do padrão de um triangulo. Veja a ilustração.

 

Este triângulo representa as possibilidades do processo de integração. As civilizações se movem naturalmente e ao azar (de acordo com as leis do caos) dentro do padrão desse triângulo até chegar a um equilíbrio energético.

 

Se uma civilização ou consciencia escolhe a integração (a disposição de crescer a partir de ambas as polaridades), naturalmente se moveria na direção até o ponto de integração empurrada por ambas as polaridades. Isto se pode entender como uma maneira de permitir a integração. Por outro lado, se uma civilização ou individuo nega a integração, o padrão se expande para acomodar sua negação da polaridade oposta. Neste lugar não se descreverá o padrão expandido.

 

Quando os Fundadores creram estar prontos para isto, criaram uma nova fragmentação. Igualmente quando a parte do Todo teve curiosidade e criou esse reino a partir de seus pensamentos, os Fundadores imitaram seus "pais" utilizando a energia do pensamento para criar uma fragmentação de si mesmos.

 

Essa fragmentação sucedeu ao longo do tempo; consciências individualizadas surgiram a partir da tomada de consciencia do grupo de Fundadores e começaram a explorar o universo. Graças a essa fragmentação, cada ser que existe dentro da Família Galática aqui representada, é parte dos Fundadores.

 

Existe um número infinito de fragmentos e viagens de exploração. Alguns destes fragmentos de converteram em civilizações que tomaram parte ativa do desenvolvimento da Terra. Alguns dos que tem um ponto de referencia na realidade conhecida da Terra serão investigados mais a fundo nos próximos capítulos.

 

Quando os Fundadores se fragmentaram, alguns permitiram se densificar sua energia o suficiente para poder entrar na realidade física. Os Fundadores já haviam escolhido planetas que podiam sustentar vida humana. Suavemente guiaram estes fragmentos a uma existência física na terceira ou quarta densidade. Com o passar do tempo, os fragmentos se acostumaram a uma existência física e a ajuda (que, todavia estava presente, mesmo em menor medida) dos Fundadores era cada vez menos necessária.

 

A primeira zona escolhida para ser colonizada eventualmente depois da fragmentação dos Fundadores se encontrava nas proximidades da Constelação de Lira. A maioria dos membros da Família Galática que tem uma conexão genética com a Terra tem suas raízes no sistema de Lira. É aqui onde teve lugar o primeiro intento de integração.

 

Os Fundadores creram que ia ser fácil e previsível; mas, em lugar disso, as formas humanóides se estenderam até criar o tecido de um tapete muito complexo. Os fios do tapete se emaranharam de tal forma que suas origens se perderam em um emaranhado de cores no desenho da cortina.

 

A seguir, se descreve, a partir da perspectiva da Terra, os personagens principais embutidos nesta tapeçaria.

 

1. Lira. A principal zona do "nascimento" da raça humanóide. Todas as raças humanóides que formam parte da Família Galática tem raízes genéticas conectadas com Lira.

 

2. Vega. É uma estrela dentro da Constelação de Lira. Sendo descendentes de Lira, os seres de Vega deram a luz a uma raça de seres que manifestaram, tanto em suas crenças como em suas atuações, a polaridade oposta de Lira. Houveram freqüentes conflitos entre as raças de Lira e as de Vega.

 

3. O Planeta Ápex. É um planeta pertencente ao sistema solar de Lira e foi o lugar onde houve o primeiro intento em se criar uma sociedade integrada.

 

4. Sírio. Um grupo de 3 estrelas, conhecida na mitologia da Terra como "o Cão", Sírio foi uma das primeiras zonas colonizadas por seres procedentes do grupo de estrelas de Lira. Representou a energia do padrão triangular e perpetuou o impulso para a integração. Existe uma grande variedade de diferentes tipos de consciências que encarnam neste sistema solar.

 

5. Órion. É a principal "frente de batalha" para o desafio da integração da polaridade. Órion foi semeada desde Sírio, igual que Lira e Vega – Existe uma conexão direta com a Terra tal como se verá em outros capítulos.

 

6. As Pléyades. Foram colonizadas por descendentes de Lira. Este grupo é a conexão genética principal da Terra com fontes extraterrestres.

 

7. Arcturus. É um arquétipo ou futuro "si mesmo" ideal da Terra. Arcturus ajuda a sanar as consciências pessoais e planetárias. Sua vibração, pertencente basicamente a partir da sexta densidade, tem sido atribuída ao reino angelical.

 

8. Zeta Retículi. Esta civilização está intimamente conectada com a Terra. Os Retículi são o principal grupo que realizam as abduções (ou mais corretamente, as 'detenções temporais', já que eles sempre devolvem os abduzidos). Se falará mais detidamente neste grupo nos próximos capítulos.

 

Embora algumas dessas civilizações se sobrepõem no tempo e podem parecer não-lineares, abaixo se faz uma tradução linear da progressão de diversas culturas comparando-as entre si.

 

 

                                      

 

Debate

 

Quando alguém se recupera do susto inicial que supõe a noção de que os extraterrestres tiveram algo a ver com a herança da Terra, tudo isso parece realmente uma explicação muito lógica.

 

Porque se deveria acreditar que a raça humana egoísta é a única responsável pelo passado genético da Terra?

 

Na Terra, as raças têm descoberto novas raças e começaram a se integrar.

 

Talvez, e antes de que isto ocorresse, essas raças simplesmente nunca souberam que as outras existiam. Esse modelo de pensamento pode ser plausível tanto para o universo como para o planeta Terra.

 

Quantos mais desenhos de antigos foguetes com seus correspondentes pilotos se tem que descobrir, para que o ser humano rompa com seus medos a respeito do descobrimento do passado da Terra?

 

A pergunta mais óbvia é: Se os extraterrestres estão ali fora, porque não se deixam conhecer? Pode-se encontrar uma resposta no caminho que a humanidade se aproxima dos estudos antropológicos com respeito à ferida.

 

Os cientistas não estão caminhando diretamente para uma cultura "primitiva" com suas câmeras e equipamentos – este tipo de modificação cultural, as vezes, leva décadas. A seus olhos pode ser que a humanidade já lhes pareça o suficiente "civilizada". No entanto obstante, uma raça que conseguiu viajar pelo espaço, e até tem conseguido unidade global, pode considerar que a humanidade é muito primitiva. Talvez estejam esperando, escondidos entre os arbustos, permitindo que somente poucos humanos os vejam até que  toda a sociedade lhes dê o sinal de que eles não representam nenhuma ameaça.

 

O que acontecera se o sinal de que eles estão aqui não se desse nunca? O que aconteceria se a humanidade seguisse ignorando a evidencia, esperando que tudo isso desaparecesse?

 

A muitos extraterrestres isso pareceria ser o caso. Todos os métodos não ameaçantes parecem não haver tido sucesso até o momento. O plano básico de jogo das últimas décadas parece muito mais intenso no que se refere a seu potencial para liquidar a humanidade. Alguns daqueles que visitam a Terra já estão utilizando o medo.

 

Às vezes a humanidade se apressa em validar a negatividade, em lugar de reconhecer a parte positiva o que significa que o contexto da humanidade comum possa ser utilizado para assimilar a realidade da Terra negada anteriormente. O medo faz com que alguém desperte, infelizmente, de forma bastante brusca.

 

Isso pode explicar a cada vez mais frequente observação de experiências de abdução utilizadas como método para despertar a humanidade, para que esta se dê conta de uma realidade mais ampla.

 

A esta altura do desenvolvimento da humanidade, ainda não se formou um modelo natural de evolução de um planeta.

 

Parece óbvio que uma civilização não estará preparada para alcançar o cosmos e dobrar as dimensões de tempo/espaço se antes não é capaz de resolver seus conflitos a nível planetário.

 

A expansão de consciencia que necessita tal salto pode ser que dependa de um Todo Unificado. Se o Todo não está integrado e equilibrado, as tentativas podem ser em vão. Pode ser que a humanidade esteja experimentando agora mesmo essa limitação.

 

Convém ter em conta as diversas falhas de lançamentos e os diferentes cortes financeiros para os programas espaciais. Pode ser que a Terra ainda não esteja preparada. A humanidade pretende alcançar as estrelas, mas com freqüência nem sequer é capaz de alcançar a mão de seu vizinho.

 

A conexão extraterrestre é importante, mas o que, todavia é mais importante é o desenvolvimento de uma perspectiva global. A expansão terá lugar graças à ação, a afirmação da própria humanidade em assumir a responsabilidade que tem para com a Terra. Os extraterrestres não intervirão para limpar os destroços deixados pelos seres humanos.

 

A Terra está entrando na fase adulta e foi sacudida de seu ninho. Seria bom para a humanidade se esquecer de seu vitimismo, assumir sua herança divina e criar o Céu aqui na Terra.

 

A única coisa que podem fazer os extraterrestres é recordar à humanidade seu ilimitado potencial. A comunicação com eles (e nossa tomada de consciencia da herança da Terra) pode se comparar à famosa cenoura pendurada na frente do nariz. Se raça humana quiser esta cenoura, é necessário que se tome medidas para obtê-la: unificar e integrar.

 

 

Capítulo 3

O Útero de Lira

 

 

"Quando eu fui", disse ele, "começou no começo. Tornei-me o começo. Eu vejo a mim mesmo, dividido. Eu sou dois e quatro e oito. Eu sou o universo em sua diversidade. Eu sou minha transformação. Este é meu encontro. Aqui meu mim mesmo se torna um só".

O Livro Egípcio dos Mortos (Tradução de Ellis)

 

Do ponto de vista de uma realidade percebida por seres físicos, o corpo dos Fundadores tem 2 braços, 2 pernas, uma cabeça e um tronco. Tem grandes olhos curiosos que representam simbolicamente seu desejo de adquirir conhecimento e refletir as velhas memórias.

 

Seres físicos os perceberiam como insetos, muito altos e com longas e elegantes pernas. Os humanos da terceira densidade podem vê-los se entram em uma versão acelerada de quarta densidade.

 

As interações com eles normalmente sucedem num estado alterado de consciencia. Desta perspectiva parecem etéreos e como que saídos de um sonho.

 

(Na simbologia dos sonhos, os Fundadores podem parecer figuras como grandes insetos, similares ao louva-deus, andando mesmo como os gafanhotos).

 

Uma vez fragmentada sua consciencia para além, os Fundadores começaram a converter a energia em matéria. Isto criou um protótipo de raça física segundo o qual a maioria das consciências humanóides se encarnariam.

 

A níveis meta-atômicos, existem códigos de organização que criam um corpo humanóide consistente e baseado no carbono como veiculo para a representação física da consciencia.

 

Os Fundadores utilizaram esses códigos, que se dão de forma natural, para criar versões de si mesmos, tanto em um estado físico como em um estado não físico. Esta forma refletia simbolicamente os aspectos do universo polarizado no qual havia entrado.

 

Novamente podemos dizer que os "pais" criam os "filhos" segundo sua própria imagem.

 

(Esta idéia se reflete no trabalho de Rupert Sheldrake que trata das ressonâncias modestas, que indicam a existência de campos energéticos que organizam toda forma. Campos lisos podem transferir características a aspectos "não relacionados" da mesma espécie e que não necessariamente tem que existir numa proximidade física).

 

Os Fundadores são os avôs genéticos da raça humana. Seu desejo foi manifestar diferentes aspectos dimensionais deles mesmos. Isso originou formas básicas de vida, que, por sua vez, facilitariam o processo de criar diversidade dentro de uma nova realidade que acabava de nascer.

 

Eles são ambas as coisas, são a Fonte e são o protótipo.

 

Conforme surgiram com esta forma de luz devido à densificação da energia, se deram conta de que toda a vida evoluiria para voltar a se converter nos Fundadores, e posteriormente, na Fonte. A consciencia se fragmentará e se dispersará, às vezes além do reconhecível, mas sempre evoluirá de forma tal a voltar a ser a Fonte, tanto física como mental, emocional e espiritualmente.

 

De modo que os Fundadores deram o seguinte passo do processo de fragmentação. Seu primeiro ato consistia em começar a elaborar os planos necessários para espalhar vida em todo o sistema de Lira. Souberam que ao longo do tempo, as formas de vida gravitariam de forma natural, convertendo-se em civilizações planetárias devido à lei de atração.

 

Dentro do grupo de estrelas escolheram planetas que acolhessem estas novas raças. À medida que estes planetas começaram a desenvolver de forma natural a vida primária, os Fundadores implantaram naqueles primatas em via de desenvolvimento, energia de plasma a níveis meta-atômicos dentro de suas estruturas de DNA.

(Energia altamente condensada que se manifesta como luz)

 

Isso passava ao longo de muitas gerações até que os primatas/humanóides possuíssem a genética necessária para sustentar uma vibração tão alta como a da consciencia de terceira densidade. Com pequenas alterações, o processo de encarnação ia começar logo em vários corpos planetários.

 

Os Fundadores se fragmentaram ainda mais para liberar a consciencia necessária para encarnar nesses planetas. Durante essa fragmentação, cada consciencia foi trasladada a um planeta especifico na qual a vibração era mais compatível com o fragmento individual.

 

Como falado em capítulos anteriores, o padrão base da consciencia que se fragmentou através do Prisma de Lira, pode ser considerada como uma tríade, ou dizer, uma polaridade, seu oposto e o ponto de integração.

 

Os Fundadores observaram como surgiu este fluxo natural da energia da base das espécies em vias de desenvolvimento. Estes diferentes grupos planetários foram, no principio, homogêneos; todavia não manifestaram claramente nenhum aspecto especial do padrão.

 

Conforme o tempo passava e a interação entre os indivíduos e grupos aumentava, muitos grupos se polarizaram em sua orientação positiva ou negativa.

 

(Essas orientações negativas/positivas não significam um inicio. É a representação de pólos, sendo estas iguais, mas de sinais opostos).

 

Alguns deles começaram a mostrar diferentes graus de integração, um cenário esperado pelos Fundadores. No entanto, esta fase começou a ter vida própria. Quando o processo cresceu exponencialmente, os Fundadores começaram a ver os infinitos reflexos do Todo e algo que, até certo ponto, os inquietou.

 

Enquanto estes grupos evoluíam, realizando viagens pelo espaço, se expuseram ao desenvolvimento de outros grupos planetários da zona. As culturas começaram a mesclar-se e a crescer. Nasceram novas filosofias.

 

Durante uma época, as raças liranas desenvolveram rapidamente uma tecnologia avançada, uma filosofia de expansão e um forte desenvolvimento social devido à interação entre essas culturas planetárias. Foi então que se pôde apreciar claramente as dinâmicas dos padrões.

 

A polaridade começou a solidificar-se gerando sua própria polarização, que por sua vez continuou polarizando exponencialmente. As polaridades negativas se espalharam e manifestaram seus próprios pólos negativos/positivos. Os pólos positivos fizeram o mesmo. O feminino expressou sua parte masculina e o masculino sua parte feminina. As polaridades explodiram, como se fossem um vírus, nas civilizações anteriormente florescentes.

 

O simples jogo de espelhos que haviam criado os Fundadores se despedaçou e deu lugar a um número infinito de fragmentos. Haviam perdido o contato direto com muitas "janelas" genéticas (seres físicos) que eles mesmos haviam criado. Esses seres físicos haviam adquirido vida própria, embora os programas originais seguissem sendo um fator que influenciou seu desenvolvimento no subsolo.

 

O primeiro grupo a desenvolver-se especificamente como espécie não lirana foi a civilização de Vega. Esta criou uma filosofia e orientação espiritual altamente diferentes e além do mais começou a isolar-se das raças liranas. Inicialmente foi uma civilização de orientação negativa, expressando-se como pólo negativo de Lira, já que havia adotado uma filosofia de servir-se a si mesma (contração). A própria Lira pôde ser considerada como o pólo positivo, posto que todas as outras civilizações "nasceram" dela (expansão).

 

(Vega é a estrela alfa - a mais brilhante - da Constelação de Lira).

 

Passado o tempo, a fricção entra as pessoas da raça lirana e a civilização de Vega aumentou. Nenhum grupo estava progredindo em seu caminho de integração. Ambos guardaram dentro de si o conflito da polaridade. Ninguém estava certo nem errado; todos representavam as mesmas idéias, apenas viam em perspectivas diferentes. Simplesmente não foram capazes de interpretar um modo de como equilibrar suas energias. A polaridade seguia crescendo exponencialmente à medida que rivalizavam com suas civilizações e com eles mesmos.

 

Uma terceira civilização começou a surgir das raças de Lira, até porque este planeta era o ápice de um triangulo simbólico de integração (representando ambas as polaridades, a negativa e a positiva). Este planeta poderia ser denominado Apex nessa fase de desenvolvimento. Mais tarde tudo isso se converterá em uma peça muito mais complexa dentro do quebra-cabeças galáctico.

 

O planeta Apex começou sua civilização atraindo características das polaridades tanto de Lira como de Vega. Geneticamente foram uma mescla. Em suas raças, a diversidade foi ainda maior que em nossa Terra atual. Tinham pessoas de pele escura e clara, pacifistas e conquistadores, artistas, músicos e soldados. Inclusive em comparação com nossa raça terrestre, eles não coexistiam para nada pacificamente.

 

No seio dessa cultura começaram a dar-se separações até que o planeta inteiro esteve envolvido na fricção das polaridades. Não se via nenhuma solução. O futuro desse planeta Apex parecia não ter nenhuma possibilidade de esperança – eventualmente permitiram que a poluição e as armas quase destruíssem seu mundo.

 

Quando se forçam as polaridades opostas – não se integram, mas causam uma fusão. Essa fusão se manifestou no planeta Apex como uma guerra nuclear. Um pequeno grupo de habitantes se resguardou sob a terra, mas os demais morreram devido à sua própria incapacidade de integração.

 

O que sucedeu a nível planetário é bastante interessante. Do ponto de observação do espaço, parecia que o próprio planeta estava se auto-destruindo. Do ponto de vista dos sobreviventes que haviam se escondido sob a terra, eles se sentiram muito vivos – como resultado das explosões nucleares acabou que seu planeta foi catapultado para outra dimensão.

 

Depois do cataclismo, a radiação se manteve bastante alta em seu mundo, obrigando aos sobreviventes a seguir vivendo debaixo da terra. Quando se recuperaram de seu trauma emocional, chegou o momento de recolher as peças quebradas de suas vidas. Seu desenvolvimento e sua incrível transformação serão descritas em capítulos futuros, já que jogam uma parte importante não só na transformação do planeta Terra, mas em toda a Família Galática, inclusive os Fundadores.

 

No entanto, as raças de Lira e Vega seguiram seu desenvolvimento. Grupos de Liranos desejaram desaparecer ante a fricção com Vega, de modo que buscaram outras áreas para colonizá-las.

 

Também grupos de habitantes de Vega escaparam dos conflitos de seu planeta e fundaram umas quantas civilizações, incluídas a civilização de Altair e a de Centauri (desta última não se falará neste livro)

 

Deste modo desapareceram  as linhas claras de uma filosofia determinada e de uma história genética. A humanidade foi rapidamente propagada, levando consigo as sementes da experiência e a polaridade. A meta sempre esteve presente, mesmo muito enterrada, nas almas de cada ser e essa meta e essa meta os empurrava suavemente adiante. A meta era e continua sendo a integração.

 

Fica claro que os começos da entrada na polaridade não foram nada fáceis para os Fundadores. Eles haviam criado uma equação que esperavam que desse resultados segundo seus cálculos. Assim como sucede com a nova ciência do caos, o movimento de energia entre essas três civilizações (lira, Vega e Apex) se tornou imprescindível para os Fundadores e toda a Família Galática não pôde fazer outra coisa a não ser ficar quieta e observar, sabendo que mesmo dentro do caos existe uma ordem, uma ordem divina.

 

Estas primeiras lições foram impressas na memória etérea da humanidade para servir de recordação de tudo o que foi e tudo o que pode ser no futuro. A humanidade jamais está só em sua luta. Os Fundadores ainda estão esperando silenciosamente. Não existem somente "aí fora" mas também dentro da alma da humanidade como arquétipo mais básico.

 

O ciclo da vida e da existência é meramente um circulo; o inicio e o fim são o mesmo. Quando a humanidade sente a chamada da evolução, o que sente é o sussurro dos Fundadores através da expansão do tempo e da dimensão. Eles são uma parte da humanidade que fala a si mesma.

 

Talvez tenha chegado o momento de escutar.

 

 

 

Capítulo 4

O Fator Sírio

 

 

"Radiante como o astro que aparece na hora da coleta, brilhando entre o aglomerado de estrelas na calada da noite, a estrela a que os homens chamam o Cão de Órion. A mais luminosa, porém interpretada como um sinal malévolo, trazendo muita febre para o homem impossibilitado..."

A Ilíada

 

"Ele vem primorosamente vestido, em muitas cores... "

M.Martin, 1907

 

O reino de Sírio foi o primeiro a ser explorado pelas consciências curiosas que haviam passado pelo Prisma de Lira e se haviam separado dos Fundadores. Sírio representa um símbolo muito importante para toda a Família Galática, o símbolo da tríade. Embora ainda não confirmada cientificamente pela maioria dos astrônomos, Sírio é um grupo trinário de estrelas.

 

Esse grupo representa simbolicamente o padrão – duas polaridades na base do triangulo, unindo ou integrando essas polaridades no ápice. Desse modo se reflete o fundamento básico do desejo da Família Galática fundir-se novamente graças à união das polaridades.

 

Após o inicio, muitas consciências que optaram por permanecer em um estado não físico, se sentiram atraídas pelo reino de Sírio. Foi aqui que realizaram um trabalho de base, tanto físico como não físico, para o papel vital que Sírio iria jogar no drama que estava por se desenrolar.

 

Eles se converteram nos primeiros engenheiros genéticos e etéricos que seguiram os passos dos Fundadores.

 

Antecipando ao que ia suceder, os Sírios não físicos começaram a criar (mediante a transmutação de energia em matéria) um mundo de terceira densidade que eventualmente seria capaz de abrigar vida física. Também criaram outros domínios com uma vibração enfocada para as consciências que iam optar por existir aí em estados físicos. Devido a isto, graças à sua capacidade de criar feudos apropriados para todas as manifestações de consciências, são conhecidos como os Anciãos de Sírio.

 

Durante os conflitos entre os liranos e os habitantes de Vega, representantes de ambas as polaridades, habitaram nos campos de Sírio com o desejo de ali obter uma integração. Os Anciãos de Sirio se prepararam para uma forte afluência, tanto de energia positiva, como negativa. Tinham bastante claro que tipo de situação iria se apresentar.

 

Os habitantes de Vega que optaram viver nos domínios sírios, decidiram encarnar-se fisicamente numa realidade de terceira densidade. Culturalmente estavam muito ancorados na polaridade masculina e sua filosofia era dominante, a qual na quarta densidade era cada vez mais difícil de sustentar. Eles sentiam que tinham que dominar seu entorno e controlar a evolução. Segundo eles, isso lhes permitiria obter uma maestria sobre seu terreno e desse ponto de vista, sua evolução progrediria a ritmo acelerado.

 

Devido a esse desejo, os habitantes de Vega começaram seus planos para colonizar um planeta que orbita um dos sóis de Sírio.

 

Se quisessem manter sua filosofia dominante, a polarização natural inerente a esta, só podiam perpetuar-se em uma existencia de terceira densidade. Iam estar estreitamente ligados ao físico, criando um véu de ilusão e de esquecimento mais denso que ao que existe atualmente na Terra.

 

Tão seguros de suas próprias habilidades (e tão pouco conhecimento da armadilha da separação existente na terceira densidade) que começaram a acelerar apressadamente o processo evolutivo da espécie parecida aos primatas que se desenvolvia no mundo que eles haviam escolhido.

 

No momento em que o DNA da espécie nativa se tornou compatível com seus desejos, eles começaram a encarnar-se. Quase imediatamente, estes novos sírios perderam sua memória com respeito da conexão com Vega. O véu era demasiado espesso. Seus desejos se criar o esquecimento eram tão fortes que não lembravam nada de suas origens.

 

Eles não estavam interessados em perseguir atividades criativas, só queriam manter sua estrutura de autoridade. Quando seu afã se traduziu na realidade física, se criou uma cultura impulsionada pelo desejo de dominar – os outros e todo o universo que os rodeava.

 

Quando o planeta negativo Sírio estava em pleno desenvolvimento, um grupo de Lira decidiu de aventurar ao sistema de Sirio. Estes seres optaram por permanecer em âmbitos não físicos. Sua orientação estava polarizada à idéia de serviço aos demais, e particularmente interessados na cura daqueles que sofriam.

 

A combinação de sírios negativos (que negaram seu próprio eu espiritual) e os sirios positivos, não físicos, de origem lirano (que entenderam que era seu dever curar os que sofriam) criou uma dinâmica de tensão que ressoou em todo o sistema sírio, inclusive mais além.

 

Assim começa a saga.

 

Os positivos começaram a bombardear os negativos a níveis inconscientes e subconscientes com energia amorosa e curadora. Devido aos negativos estarem tão estreitamente dirigidos, isto criou neles um mal estar psicológico. E quanto mais resistiam os negativos, mais os positivos enviavam energia curadora. A fricção que se produziu devido a esta interação foi muito incomoda para todas as consciências neraizadas no sistema de Sírio.

 

Finalmente intervieram os Anciãos de Sírio.

 

Decidiram trasladar novamente o conflito a outro lugar. Desta vez iria se tentar a integração a partir de uma perspectiva um pouco menos polarizada. Os Anciãos buscaram um lugar para este conflito e não levou muito tempo para descobrirem as propriedades eletromagnéticas do ambiente chamado Órion.

 

Assim começa o mito de como Sírio, o astro Cão, mostra o caminho ao Caçador – Órion.

 

Uma vez eliminado o conflito inicial do sistema de Sirio, a civilização física se estabeleceu. Eles haviam se afastado tanto do Espírito, que até a morte e depois da qual ocorria uma reencarnação imediata ao sistema, os afastava de qualquer forma de existência não física.

 

Por isso, a maioria da sociedade negativa nem sequer tomou conhecimento da existência de um conflito e, portanto, não se deu conta de sua mudança para o sistema de Órion. Sua sociedade seguia envolvida no esquecimento.

 

Aqueles que desejavam a integração dos opostos negativo/positivo iam agora de Lira/Vega a Órion em vez de is a Sírio. Poucas vezes, raramente, uma alma do mundo negativo de Sírio despertava e se deslocavam de Órion.

 

Da perspectiva positiva (não física) de Sírio, agora se estava em condições de influenciar diretamente os negativos que sofriam. Muitos alegremente se aventuraram a visitar Órion para levar a cabo esta tarefa. Outros preferiram ficar no domínio de Sírio, concentrando suas habilidades curadoras em outros objetivos. Outros seres positivos de Lira se uniram à luta de Órion.

 

Assim nasceu a história galática.

 

Devido ao desejo dos sírios positivos de facilitar uma cura física (seu desejo de servir ao físico ao invés de escolher a encarnação) se aliaram com as energias de Arcturus. Arcturus está destinado à idéia de cura emocional. Juntos formam a matriz Sirio/Arcturus. Essa matriz foi encontrando seu caminho em quase cada planeta físico dentro da Família Galática em forma de energia holística, que representava a cura do corpo, da mente e do espírito.

 

O planeta Terra conheceu a matriz Sirio/Arcturus de muitas maneiras. É uma energia arquetípica que utiliza um individuo ou uma sociedade para muitos propósitos. É uma energia arquetípica maleável e pode ser incorporada em qualquer definição. Qualquer que seja a forma é sempre voltada para o físico. A matriz Sírio/Arcturus relembra aos fragmentos sua conexão com o Todo e suas habilidades naturais de auto-cura.

 

Apesar de ser uma pequena porcentagem, um grupo de sírios positivos decidiu também encarnar-se no físico. No entanto, eles rejeitaram a forma humanóide por outra mais representativa, de sua própria natureza. Esta é a forma dos cetáceos.

 

Golfinhos e baleias representam uma tradução da energia síria a um mundo físico e polarizado. Na simbologia arquetípica a água representa o subconsciente. Os cetáceos estão aí, silenciosamente – nos oceanos da Terra e no mar do subconsciente da humanidade.

 

Eles permanecem aí para recordarmos o potencial que tem a humanidade para a integração. De todas as energias que são parte da Família Galática imediata, a energia de Sírio é a mais utilizada na Terra.

 

A palavra sírio significa "o que brilha" ou "o que aquece", também chamada a "Estrela Cão" e a "Estrela do Nilo".

 

Talvez porque seja a estrela mais brilhante e a segunda mais próxima e visível da Terra (8,7 anos-luz), muitas culturas antigas, e sobretudo a egípcia, reconheceram a importância da energia de Sírio.

 

As vezes a consciencia de Sírio pode escolher densificar sua freqüência para que esta seja visível aos humanos da terceira densidade. Durante muitas dinastias egípcias era bastante comum receber uma visita de um sírio sob o disfarce de um de seus deuses (como exemplo Isis, Osiris e Anubis).

 

Estes costumes facilitavam aos egípcios honrar sua presença e muitas vezes, estas visitas evocavam memórias de tempos muito antigos, quando os 'deuses' caminhavam abertamente sobre a Terra.

 

Esses sírios proporcionaram aos egípcios (e também a muitas outras culturas terrestres) informação muito avançada sobre astronomia e medicina, inclusive, hoje em dia, os estudiosos destes temas se perguntam pela origem destas informações.

No outro lado do globo, a cultura maya teve sua própria relação com Sirio, avançadas práticas médicas e informação astronômica galática lhes foram dadas. Ainda hoje em dia os investigadores modernos não foram capazes de decifrar tais informações. Sua relação com Sirio era muito mais pessoal.

 

Aqueles mayas foram, de alguma maneira, turistas procedentes dos domínios de Sirio (encarnados aqui na Terra) que queriam experimentar o físico a partir de um local mais vantajoso.

 

Sua relação com os sírios foi tão íntima que, de fato, estes últimos compartilharam com eles a tecnologia da transmutação – converter matéria em energia/consciencia pura.

 

Quando aprenderam suas lições, a raça maya desapareceu (se transmutou) deixando atrás de si uma senda para que os humanos pudessem seguir.

 

Esses sírios deixaram muitas cápsulas de tempo e quebra-cabeças atrás de si para as futuras gerações. Um desses é o crânio de cristal.

 

O crânio de cristal poderia representar a natureza infinita do homem e da consciencia. Reparando em suas profundezas, pode-se ver o passado e o futuro. Os humanos ainda não aprenderam a traduzir os dados e emoções que são desencadeadas quando se observa firmemente sua esfera.

 

Talvez um dia os códigos contidos dentro desse crânio originem chispas de memória na humanidade, tal como foi, provavelmente, a intenção dos sírios, tílias são o principal grupo que, disfarçados de muitas formas, deixou pistas sobre o passado da Terra.

 

É importante se dar conta de que não se deve referir-se aos sírios como um grupo de extraterrestres, mas sim ser entendido como um grupo de consciências expressando-se a si mesmas, tanto fisicamente como não físicas.

 

Eles tem sido uma força inspiradora para as civilizações em seu desenvolvimento na Terra. Tal como veremos adiante, eles são os caracteres principais na criação da espécie humana da Terra.

 

Voltando agora ao planeta negativo de Sirio, a Terra tem uma tradução análoga daquela filosofia. A prática que se denomina "magia negra" ou "arte negra", tem suas raízes na filosofia dos sírios negativos. Na cultura egípcia, a organizada devoção das forças negativas teve lugar nos templos de Set, onde existiam também sacerdotes específicos dedicados a essas artes negras.

 

Esta filosofia rejeita a idéia de uma nova inserção no tecido universal – aqueles que praticam esta filosofia se consideram únicos, separados dos demais e egocêntricos. A ilusão que criaram é a não aceitação da responsabilidade de seus atos.

 

Com freqüência, lhes custam muitas lições, as vezes, muitas vidas para reconhecer que seus atos e suas crenças criam a própria realidade da qual tentam escapar.

 

Outra manifestação da influencia de Sirio aqui na Terra, apesar de uma perspectiva ligeiramente negativa, são os Illuminatti. Os Illuminatti são um grupo de extraterrestres físicos e não físicos encaminhados negativamente (há alguns que estão orientados positivamente) que vieram à Terra como seres físicos durante a infusão das dimensões. Estes seres sentiram a um dado momento que não recebiam o reconhecimento (ou o poder) que pensavam merecer.

 

(O grupo dos Illuminatti não se compõem somente de sírios. Outros grupos tais como de Órion, formam parte desta estrutura).

 

Muitas dessas consciências iniciais, procedentes de fora do planeta, que interatuaram com a humanidade, haviam permitido que suas energias e suas 'histórias' evoluíssem até converter-se em arquétipos, ajudando assim a Terra.

(Estes seres representam unicamente uma pequena porcentagem da consciencia de Sirio. Desde os começos da Terra, o planeta desenvolveu umas relações fortes e positivas com os seres de Sirio, sendo esses um dos suportes mais importantes da humanidade).

 

Seu controle é desnudado. Se não podem controlar aos outros, se sentem como se não existissem... e os aterroriza a não existência. Por esta razão, foram permitidos interferir no desenvolvimento da Terra desde o principio. Como insetos maléficos, eles são um estorvo, mas raramente causam problemas graves.

 

Só se encontrarão indivíduos que não tem nenhum senso de seu próprio poder naquelas estruturas de poder da Terra que se baseiam no medo ou na impotência. Eles não tem nenhuma influencia se voce não permitir. No final tudo se resume em reconhecer o próprio poder.

 

A última representação concernente a manifestações contemporâneas da energia de Sirio tem a ver com a aparição de extraterrestres tal como se explica na literatura sobre óvnis. Na maioria dos casos, as experiências extraterrestres severamente negativas como a mutilação de gados e os "Homens Negros", estão conectadas com o grupo negativo de Sírio (e Órion) e, na realidade, geram mais medo que danos.

 

Há momentos que os sírios físicos (e os de Órion) podem ultrapassar as capas de proteção do sistema solar tentando provocar o caos. Qual o motivo?

 

Ao explorar antigos textos sumérios que fazem referencia à historia antiga e a natureza dos conflitos entre os deuses, foi percebido claramente que a Terra (no conjunto ou em parte) estava envolvida nas disputas territoriais com diversos grupos em diferentes épocas.

 

Muitas vezes foi levantada a questão do porque os sírios estavam tão implicados no desenvolvimento da Terra. Se realmente é certo que Sirio é um grupo trinário de estrelas (tal como sugere a tradição astronômica dos Dogons) é possível que o Sol (o Sol da Terra) seja ou foi em algum momento a terceira estrela? Se for verdade, a Terra poderia ter sido parte da disputa territorial entre os sírios desde o inicio.

 

Isto explicaria do porque os sírios negativos consideram que é seu direito fazer o que lhes pareça na Terra e porque levantam um dedo acusador a outros extraterrestres que interferem indevidamente nos assuntos internos de Sirio, criando, deste modo, muitas lutas históricas.

 

Atualmente o Sol está apenas a uns 8,7 anos-luz do sistema Sirio e já foi considerado pelos astrônomos parte de nossa família estelar local.





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Clayr Rosane
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