Fonte: http://www.reporternet.jor.br/
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Edgar Madruga
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Salvador/BA
Veja como era a vida dos bebês em séculos passados Os bebês de antigamente não eram tratados a pão-de-ló com os de hoje. Tudo para eles era improvisado. Era uma vida dura, mas eles sobreviviam. Veja algumas curiosidades sobre a vida dos bebês em séculos passados. 1Na Idade Média, os caçadores levavam pra casa os chifres de animais não apenas para provar sua bravura durante as batalhas ou para ficar exibindo-os aos amigos. Esses troféus iam parar nas mãos dos bebês e serviam de mamadeiras primitivas. Bastava pegar um chifre, fazer um furo na ponta e encaixar ali um pedaço de tecido ou pele para a criança sugar. Depois, os pais enchiam o recipiente com água ou leite e davam ao pequeno. 2Quando o Brasil estava sob o domínio de Portugal, no século 18, a higiene pública era precária, e os costumes, bem diferentes. Os bebês, por exemplo, recebiam um banho de manteiga e substâncias oleosas assim que nasciam. Era o que ensinava a sabedoria popular para mantê-los limpinhos. Os médicos daquela época, mais precavidos, recomendavam apenas banhar o recém-nascido em água morna e sabão. 3Também no século 18, os bebês brasileiros viviam descalços. Sues pais achavam que enquanto eles não estivessem andando com as próprias pernas, não precisavam de sapatos. O vestuário infantil, naqueles tempos, também era muito simples. Camiseta e casaco de lã ou fustão, além de touca de seda branca, bastavam para compor o visual. 4No Egito Antigo era comum as crianças andarem nuas até a adolescência. Pudera. A temperatura no deserto é muito alta e, às vezes, beira os 50 ºC! A cabeleira dos pequenos também era raspada – o que, convenhamos, ajudava a suportar aquele baita calorão. Os meninos e as meninas exibiam apenas um tufo, semelhante a um rabo de cavalo, que ficava preso no lado direito da cabeça. Essa madeixa era o símbolo egípcio da juventude. 5Para driblar o gelo e, ao mesmo tempo, conter o xixi e o cocô nas noites frias de inverno (quando os termômetros marcam –24º C), os esquimós embrulhavam o bumbum da petizada com o que havia por perto. A pele de gaivota, pássaro comum nas regiões árticas, logo virou material para as fraldas primitivas. Já os índios americanospreferiam enrolar seu filhos em peles de coelho. 6Luís XIII, rei da França entre 1610 e 1643, nasceu numa época em que se acreditava que a água deixava o corpo amolecido, prejudicava a sabedoria e, de quebra, atrapalhava o crescimento. Ou seja, tudo o que Maria de Médicis e Henrique IV, pais de Luis, não queriam para o filgo. Assim, Luís só foi autorizado a tomar um bom banho quando completou 7 anos de idade. Já imaginou a fedentina? 7As mulheres incas, povo pré-colombiano que viveu na região dos Andes, na América do Sul, davam à luz sozinhas, sem a ajuda de parteiras ou médicos. Elas cortavam o cordão umbilical usando um pedaço de cerâmica e o guardavam, para que o bebê comesse caso ficasse doente. Depois, tomavam banho com a criança em uma corrente de água próxima, envolviam o pequeno em tiras de pano e voltavam ao trabalho como se nada tivesse acontecido. Enquanto isso, os homens ficavam de resguardo. Eles se deitavam numa rede para gemer e chorar como se estivessem sentindo as dores do parto. Assim, a comunidade inteira ficava sabendo quem era o novo pai. 8Dizem os registros históricos que nossos antepassados acalmavam os bebês chorões com um acessório bem rústico: um bico, que podia ser feito de madeira, cortiça ou até de vidro. Como se pode perceber foi o antecessor da atual chupeta. 9As crianças européias do século XVI viviam sob a maior pressão desde a mais tenra idade. Os gorros, por exemplo, eram pra lá de apertados – chegavam a deformar a cabeça dos pequenos. Além disso, assim que nasciam, os bebês eram enrolados em faixas de tal maneira que não conseguiam nem ao menos agitar braços e perninhas. 10O livro Um Regimento das Jovens Crianças, do médico alemão Bartholomeus Metlinger foi o primeiro a ser impresso na língua alemã e a ter uma ilustração. Publicado no final da Idade Média, em 1473, a obra trazia orientações que cobriam desde o período de amamentação até o desmame – sem falar em dicas de higiene e de alimentação. O livro também dedicava atenção especial às canções de ninar. Uma das grandes fontes de Metlinger foram os ensinamentos do alquimista e filósofo persa Rhazes, que era considerado um dos grandes médicos do mundo islâmico. Veja também: |
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