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[Caminhada] MARAJÓ 2012 - quilombolas

Passo agora algumas informações sobre as comunidades quilombolas a serem visitadas, o que pode ajudar na definição dos temas a serem propostos para as oficinas.
Com relação às comunidades extrativistas, o Sandro e o Mauro são as pessoas mais indicadas para falar.
 
As oficinas ocorrerão no Bairro Alto, onde contactamos as duas principais lideranças (D. Conceição e Sr. Zampa), que ficaram muito contentes com a proposta.
Existem pelo menos 3 espaços comunitários para reuniões, oficinas e acampamento.
No entorno (raio de ~7 km), existem outras comunidades quilombolas, que também foram convidadas a participar. No Bacabal, inclusive já conversamos com um dos líderes, o Sr. Júnior.
 
No Bairro Alto, vivem 110 famílias, algumas com numerosos filhos. Só de crianças devem ser umas 150, pelo menos.
 
As atividades econômicas são a pesca e a pequena agricultura, com fabricação de farinha de mandioca.
Existe uma luta histórica pela regularização da posse das terras. A área disponível para cultivo no Bacabal é praticamente nula, pois a comunidade é cercada por fazendas.
As lideranças parecem ser bastante esclarecidas, articuladas e atuantes.
 
Existem grupos de carimbó e de boi (se não me engano).
No Bacabal, vive uma pessoa que fabrica instrumentos musicais e que será convidada a ministrar uma oficina também.
 
As comunidades se reúnem em celebrações religiosas católicas, tais como o Círio de Nossa Senhora do Bom Remédio, que ocorre no terceiro domingo de outubro, no Bairro Alto.
No Bacabal, tivemos a felicidade de testemunhar a derrubada dos mastros de São Raimundo, com música, fogos e cerveja.
 
Durante a visita, incentivamos o pessoal a participar da caminhada conosco. Vamos ver...
 
 
Abraços, Wagner
 
 
 
 

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