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RES: [pais-e-amor] Menina viu avô matar o pai a tiro

Comentar o que? Dizer o que? Como é possível tal brutalidade?

 

Como ficará esta criança sabendo que o avô matou o seu pai? Com que autoridade esta magistrada exercerá sua profissão diante deste fato?

 

___________________________
Nildo Fernandes Silva
nfsilva@yahoo.com.br

 

De: pais-e-amor@googlegroups.com [mailto:pais-e-amor@googlegroups.com] Em nome de Igualdade Parental
Enviada em: domingo, 6 de fevereiro de 2011 09:02
Para: pais-de-verdade@googlegroups.com; pais-e-amor@googlegroups.com
Assunto: [pais-e-amor] Menina viu avô matar o pai a tiro

 

 

Escrito por Diana Cohen   

OLIVEIRA DO BAIRRO

Advogado assassinado 
por pai de juíza

A filha de quatro anos, neta do homicida, assistiu à morte de Cláudio, que estaria para ser de novo pai dentro de poucos meses

Um advogado da Câmara do Porto foi assassinado ontem com três tiros disparados pelo revólver do pai da ex-companheira, juíza no Tribunal de Ílhavo, e com quem tinha uma filha de quatro anos, num parque infantil, em Mamarrosa, Oliveira do Bairro. 
No seguimento de uma ordem do tribunal - em virtude da disputa do poder paternal -, que tinha decretado que o advogado poderia visitar a menina todos os fins-de-semana, entre as 11 e as 13 horas, Cláudio Rio Mendes, 36 anos, residente no Porto, combinara encontrar-se com a antiga companheira, Ana Joaquina Ferreira da Silva, da mesma idade, a fim de poder visitar a filha do casal. 
O encontro parecia decorrer dentro da normalidade. Cláudio compareceu no parque de merendas Rio Novo, na Rua da Banda Filarmónica, na Mamarrosa, acompanhado da actual namorada, grávida de seis meses, e da sobrinha desta, de 22 anos, que, sem saber o que estava prestes a acontecer, filmava o causídico a brincar com a filha. Já Ana, proveniente de uma família abastada, fez-se acompanhar pelo pai, um conhecido engenheiro agrónomo da região, de 63 anos, além de dois tios. 
Cerca das 11h45, após uma discussão acesa, o advogado acabou por ser baleado pelo avô materno da filha, que disparou seis tiros à queima-roupa, tendo três balas atingido o falecido, duas no peito e uma nas costas. 
Quando os Bombeiros Voluntários de Oliveira do Bairro chegaram ao local encontraram Cláudio Mendes já sem vida, à entrada do parque infantil onde, ao final da tarde, ainda eram visíveis as manchas de sangue no chão. 
O corpo da vítima foi transportado para o Instituto de Medicina Legal do Hospital Infante D. Pedro, em Aveiro, onde será submetido a uma autópsia.  

Homicida entregou-se às autoridades 
Depois de ter baleado Cláudio, o alegado homicida ausentou-se do local, na companhia de todos os familiares, que testemunharam o incidente, e foi-se entregar à GNR de Bustos, em Oliveira do Bairro.
O homicida confesso foi, depois, ouvido pela Polícia Judiciária de Aveiro. O telemóvel que gravou todo o incidente ficou também nas mãos desta polícia. 
O homem terá explicado que, na origem do acto criminoso, estava um litígio entre a filha e o ex-genro. O detido será amanhã presente ao DIAP e ao juiz de instrução criminal de Aveiro. Também o revólver usado no crime foi recuperado por militares da GNR de Bustos. 
António Fernando Sousa, 37 anos, foi uma das primeiras pessoas a chegar ao local logo após o homicídio. Amigo de longa data de Cláudio Mendes, pretendia apenas, tal como a vítima, visitar a menina. Qual não foi o seu espanto quando, depois de ter estacionado o carro, se depara com o amigo, inanimado, no chão. Ontem, António Fernando estava em estado de choque mas, para além da dor que deixava transparecer, manifestava a sua revolta pelo facto da antiga companheira da vítima, que também conhece, ter abandonado o pai da filha sem antes o ter tentado ajudar. «É muito grave uma juíza ter saído o local do crime sem ter tentado primeiro prestar assistência ao Cláudio», dizia, transtornado. 
Este amigo de Cláudio tinha conhecimento de tudo o que o falecido passava para conseguir a guarda da menina que, segundo conta, «amava como ninguém». Conta que Cláudio e Ana chegaram a morar juntos, mas a relação não correu bem e "desde que a menina nasceu, ela sempre tentou pô-lo de parte". 
«O rapaz nunca fez nada de mal. As únicas armas que tinha com ele eram abraços e beijinhos para a filha», relatou António Fernando.  

“Eles não se  dão com ninguém”
Para além de familiares e amigos dos envolvidos, ninguém no local assistiu ao crime, mas os disparos foram ouvidos pela vizinhança que, incrédula, comentava durante a tarde de ontem o sucedido, junto ao local onde ocorreu o tiroteio. «Eu ouvi seis estoiros e tive logo uma sensação horrível, pois sabia que eram tiros, porque o meu pai é caçador e sei distinguir o barulho. Mas nem me quis aproximar, porque tive medo», conta Susana, residente na rua onde ocorreu o homicídio. Em Mamarrosa, local onde reside o alegado homicida, na Rua de São Simão, nenhum popular sabe nada acerca da família Ferreira da Silva: «Eles são pessoas muito fechadas, que nunca falam com ninguém. Só vemos os carros a entrar e sair através dos muros da mansão, mais nada», contaram vários populares ao afirmarem que a menina (Ana Joaquina) «sempre foi muito protegida pelos pais e andava sempre com um motorista para todo o lado».

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http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=11211&Itemid=111

Menina viu avô matar o pai a tiro

Avô materno entregou-se à GNR depois de cometer o crime durante visita ordenada pelo tribunal

00h30m

PEDRO FONTES DA COSTA

 

foto RICARDO ESTUDANTE/GLOBAL IMAGENS

Imagem removida pelo remetente. Menina viu avô matar o pai a tiro

 

Um advogado, de 35 anos, do Porto, foi assassinado com cinco tiros, à frente da sua filha, de quatro anos, pelo pai da mãe da menina. A vítima visitava a criança segundo as regras de um acordo de regulação do poder paternal, ontem, sábado, em Mamarrosa,Oliveira do Bairro.

Cláudio Humberto do Rio Mendes parou o carro junto ao Parque do Rio Novo, o local designado para esta visita à filha, segundo o acordo de regulação de poder paternal decidido pelo tribunal no início de Janeiro, após um processo atribulado com a mãe da criança, uma juíza. Vários incumprimentos do acordo paternal agravaram as divergências existentes entre Cláudio e a mãe da menor. E alguns deles terão chegado a tribunal. A tensão entre o advogado e a família da juíza era permanente, ao ponto de o advogado ter recorrido à GNR, em ocasiões anteriores, para poder ver a filha.

A visita desta semana tinha outra razão especial. Cláudio deveria apresentar à filha a namorada, que está gravida de seis meses. Mas tudo começou mal, contaram testemunhas ao JN. À espera do advogado, às 11 horas marcadas, estavam o pai, a mãe, uma tia e uma sobrinha da juíza, para além desta última e a criança.

Ainda junto ao carro, gerou-se uma discussão entre a tia-avó da menina e Cláudio. O pai da juíza - António Ferreira da Silva, 65 anos, engenheiro agrónomo reformado - sacou da pistola que quase sempre o acompanha e, a cerca de um metro, disparou para o peito de Cláudio. Atirou mais quatro vezes. Todo o crime foi filmado pela sobrinha de Cláudio Mendes. A gravação já está em poder da Polícia Judiciária de Aveiro.

"Telefonou ao irmão de Cláudio"

"Inicialmente não compreendi muito bem o que se estava a passar. Ainda lhe perguntei se a arma seria de brincar, mas ele disparou. Logo de seguida, mais quatro tiros quando o meu namorado estava de costas", conta ao JN a namorada de Cláudio, que estava a poucos metros.

A mulher diz que "o avô da criança agiu com toda a frieza, crueldade e com premeditação, já que ninguém vai para um parque com um revólver carregado". "Ele ainda teve coragem de telefonar ao irmão do Cláudio e de lhe dizer: 'Olha, tenho uma notícia triste para ter dar, acabei de matar o teu irmão'". A juíza e todos os familiares abandonaram o local e a vítima. Pouco tempo depois, acompanhado pela magistrada, Ferreira da Silva entregava-se no posto da GNR de Bustos.

Vizinha anotou matrículas

Susana Pato, que mora em frente ao parque, conta que ouviu alguém a falar mais alto. Pensou que fossem crianças a brincar. "Pouco tempo depois ouvi um disparo, mais outros quatro seguidos e pessoas a gritar por ajuda. Foi aí que me apercebi e chamei a GNR e o INEM. Quando vim cá fora deparei-me com duas mulheres e um corpo no chão. Ainda tive tempo de retirar o número das matrículas dos carros que, entretanto, saíram do local".

António Sousa, amigo da vítima, explicou que no primeiro encontro, há 15 dias, a criança estava acompanhada por oito familiares. "Hoje [ontem] eram seis. Só sei que o Cláudio era louco pela filha e isso via-se no que escrevia no Facebook. Ele morreu por amor à filha".

 

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Policia/Interior.aspx?content_id=1776952&page=-1



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