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{LUZ CÓSMICA} OS 7 DIAS DA CRIAÇÃO...

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Bom dia
Não se pode condenar a Bíblia sem levar em conta os fatores históricos e a linguagem figurada que compõe o texto.
O patriarca Abrão, segundo a Biblia, haveria nascido em Ur, cidade suméria e é justamente entre os escritos sumerios, anteriores a Biblia que encontraremos as chaves para entender sua simbologia.  Abaixo encontraram um texto que é um resumo que fiz baseado nas traduções do Enuma Elish sumério feitas por Zecharia Sitchin e que não deixam duvidas sobre a origem do Genesis biblico. Ali verão porque somos originarios do barro e o que são os sete dias da criação.
Espero que aproveitem.
Abraços
Cassio

Começando pelo inicio! redundantemente. ..

No princípio,
Deus criou o céu e a Terra.
A Terra estava vazia e vaga,
as trevas cobriam o abismo
e um vento de Deus pairava sobre as águas.
Deus disse: "Haja luz"; e houve luz
.

O próprio conceito de um princípio para todas as coisas é básico na moderna astronomia e astrofísica. A afirmação de que no estado anterior à Criação só existia o vazio e o caos está de acordo com as mais recentes teorias de que o Universo é governado pelo caos e não pela estabilidade permanente. O surgimento da luz, iniciando-se o processo da Criação.
Alguém lembrou do Big Bang?
O relato bíblico da Criação é um documento religioso e seu conteúdo deve ser considerado, acima de tudo, como uma questão de fé, em que se acredita ou não, ou um documento científico que nos transmite o conhecimento essencial sobre o princípio das coisas no céu e na Terra?
Astrônomos e físicos acreditam que o sistema solar foi formado por uma nuvem primordial de matéria gasosa que, como tudo o mais no Universo, mantinha movimento constante - circulando à volta de sua galáxia (a Via Láctea) e girando sobre o próprio centro de gravidade. A nuvem espalhou-se vagarosamente à medida que esfriava; o centro transformou- se lentamente em estrela (nosso Sol) e os planetas soltaram-se da matéria gasosa.
Hoje, os cientistas não discordam que algo passou depois de quinhentos milhões de anos que a Terra(ou sua proto-forma) já existia que deste acidente cósmico e era coberta de uma solução aquosa, como boa parte dos corpos celestes(não dá para entrar neste questão com profundidade agora, pois sairíamos do tema central, mas esta afirmação é corroborada pelos mais distintos cientistas), rompeu-se a Terra por um choque, dali originou-se a Lua e produziu que uma parte da Terra ficara seca enquanto um grande oceano reuniu-se do outro lado.
A narrativa do Gênesis fala claramente que as águas foram "reunidas" de um lado da Terra para que o terreno seco emergisse, o que implica na existência de uma grande depressão para escoarem. Tal depressão, um pouco maior que a metade da Terra, ainda está ali, apesar de mais encolhida e reduzida: o oceano Pacífico.

Do Senhor é a Terra e o que nela existe,
o mundo e seus habitantes;
Ele próprio fundou-a sobre os mares
e firmou-a sobre os rios.
(Salmo 24:1,2)

Além do termo Eretz, que significa tanto o planeta Terra como "terra, terreno", a narrativa do Gênesis emprega o termo Yabashah - literalmente, "a massa de terra que secou" - quando declara que as águas–"foram reunidas em uma só massa" para que Yabashah aparecesse. Mas em todo o Velho Testamento também é citado outro termo, Tebel, freqüentemente usado para definir a parte habitável, arável e útil à humanidade (sendo inclusive uma fonte de metais). A palavra Tebel - que pode ser traduzida tanto como "a terra" quanto "o mundo" - é quase sempre empregada para indicar a parte terrestre que é diferente dos mares; as "bases" dessa Tebel se justapunham às bacias oceânicas. Isso é melhor explicado na Canção de David (Samuel 22:16 e Salmo 18:16):

O que os redatores e compiladores do livro do Gênesis fizeram não diferia do que tinham feito os babilônios: usando a única fonte científica de seu tempo, os descendentes de Abraão - nascido de uma família real e sacerdotal de Ur, capital da Suméria - também o resumiram e fizeram dele a base da religião nacional, glorificando Yahweh, "o que está no céu e na Terra".
Os textos suméricos relatam que tudo começou quando o sistema solar ainda era jovem. Aconteceu na Terra e como surgiram nela o homem e sua civilização.

Com os progressos dos estudos bíblicos e lingüísticos desde o tempo do rei James, os editores da The New American Bible (A Nova Bíblia Americana), católica, e da The New English Bible (A Nova Bíblia Inglesa), das igrejas anglicanas, resolveram substituir a expressão "espírito de Deus" pela palavra "vento" ru'ach em hebraico - mudando o último verso para sua versão atual "e um vento poderoso de Deus pairou sobre as águas". Elas conservam, no entanto, o conceito de "abismo" da palavra hebraica Tehom da Bíblia original, mas hoje, até os teólogos já sabem que é uma referência à entidade suméria Tiamat.
Muitos estudos atuais do Enuma elish, como O Gênesis Babilônico de Alexander Heidel, do Instituto Oriental da Universidade de Chicago, têm comparado o tema e a estrutura das narrativas da Bíblia e da Mesopotâmia. Ambas realmente começam com o relato que leva o leitor (ou ouvinte, na Babilônia) ao tempo primordial em que a Terra e "o céu" ainda não existiam. Mas enquanto a cosmogonia suméria tratou primeiro da criação do sistema solar e só então montou o palco para o aparecimento do Senhor Celeste (Nibiru/Marduk) , a versão bíblica passou por cima desse princípio e foi diretamente à Batalha Celeste e suas conseqüências.
Com a imensidão do espaço como tela, assim delineou-se a versão mesopotâmica do quadro primordial:

Quando nas alturas o céu não fora nomeado
E embaixo a Terra não fora chamada;
Nada, exceto o primordial Apsu(Sol), seu Criador,
Mummu e Tiamat, ela que os deu à luz, a todos;
As suas águas foram reunidas.
Nenhum junco se formara,
Nenhum pântano aparecera.


A natureza aquosa de Tehom/Tiamat é mencionada em várias referências bíblicas. O profeta Isaías (51:10) recordou os "dias antigos" em que o poder do Senhor "talhou O Altíssimo, despedaçou o monstro aquoso, secou as águas do grande Tehom".

"Os textos sumérios declaram repetidas vezes que os ANUNNAKI saíram de Nibiru para vir à Terra". O termo Anunnaki significa literalmente "os que vieram do céu à Terra". São citados na Bíblia como os Anakim e no Capítulo 6 do Gênesis também são chamados de Nefilim, que em hebreu significa a mesma coisa: "os que desceram do céu à Terra".

Tenho o livro GÊNESIS REVISITADO, de Zecharia Sitchin scaneado e posso passar a quem se interesse, pois é nele que se baseia o exposto, com todas as fontes que o sustentam e expõe de forma irrefutável que o Gênesis e suas fontes refletem os mais altos níveis do conhecimento científico..

No primeiro dia a luz, que seria ou o Bigbang, ou se referindo ao choque que da Terra(Tiamat) com outro planeta. Apenas como referencia, a área que compreende os continentes a superficie tem em média 20 quilometros, enquanto que na área do Pacifico, com profundides que chegam aos 11.000 metros tem apenas 700 metros.
Somente com a terra seca é que puderam desenvolver- se os primeiros seres vivos(algas e plantas).
Depois que as "bases" da Terra foram firmadas e os oceanos se reuniram como os versos do Gênesis confirmam. Só depois a vida apareceu na Terra: a "verdura verdejou" sobre os continentes e a vida "fervilhou" nas águas.
A "vida" é definida como a capacidade de absorver nutrientes (de qualquer tipo) e reproduzir, não simplesmente existir. Por conseguinte, o próximo passo é aprender como eles se organizam - numa célula reprodutora" .
A hipótese das águas sombrias ou da "sopa primordial" como origem da vida na Terra prevê uma grande quantidade dessas moléculas orgânicas primitivas nos oceanos, chocando-se uma nas outras devido às ondas, às correntes ou mudanças de temperatura. Conseqüentemente, acabam se colando umas às outras pela atração celular natural para formar agrupamentos de células de onde os polímeros - longos encadeamentos constituídos por ligações repetidas de pequenas moléculas que jazem no âmago da formação do corpo - finalmente se desenvolveram. Mas o que deu a essas células a memória genética para saberem se associar e se reproduzir, fazendo corpos elementares crescerem? A necessidade de incluir o código genético na transição da matéria orgânica
inanimada ao estado animado levou à formulação da hipótese "made-of-clay" (feito-de-barro) .
Essa teoria é atribuída a um pronunciamento de cientistas do Centro de Pesquisas Ames da NASA, em Mountainview, Califórnia, em abril de 1985, mas a idéia de que o barro das praias dos antigos mares desempenhou papel importante na origem da vida foi anunciada publicamente em outubro de 1977, na Conferência do Pacífico sobre Química. James A. Lawless, chefe de uma equipe de pesquisadores do Centro de Pesquisas Ames da NASA deu importantes informações sobre as experiências em que simples aminoácidos (os componentes químicos de construção das proteínas) e os nucleotídeos (substâncias químicas de construção dos genes) - considerando que já tinham se desenvolvido na "sopa primordial", no mar - começaram a se formar em cadeias quando depositados no barro que continha traços de metais como o níquel ou o zinco, secando depois. Graham Cairns-Smith, da Universidade de Glasgow, afirmou que os "proto-organismos" inorgânicos no barro foram envolvidos na "direção", ou atuaram, realmente, como um "molde" do qual eventualmente se desenvolveram os organismos vivos.
Na época destas revelações, o jornal The New York Times comentou: "Se a teoria for confirmada, foi aparentemente uma série de erros químicos que trouxe vida à Terra". Portanto, a teoria da "vida vinda do barro", apesar dos avanços obtidos dependia, como a da "sopa primordial", de elementos do acaso - erros
microestruturais ou raios ocasionais e colisões de moléculas - para explicar a transição dos elementos químicos a simples moléculas orgânicas e outras mais complexas, da matéria inanimada à matéria animada.
A teoria aperfeiçoada também chamou a atenção para outro detalhe. "Essa teoria", prosseguiu o The New York Times, "também evoca a narrativa bíblica da Criação. No Gênesis está escrito que o Senhor Deus fez o homem do barro do solo, e na linguagem comum a poeira primordial é chamada de barro".
Essa notícia e o paralelo implícito com a Bíblia mereceram do respeitável jornal um editorial com o título "Barro Incomum":
Novas experiências realizadas por Leila Coyne e Noam Lahab, da Universidade Hebraica de Israel, mostraram que para atuar como catalisador na formação de cadeias de aminoácidos, o barro precisa passar por vários ciclos de umedecimento e secagem. Esse processo exige um ambiente onde as águas podem se alternar com as secas; tanto a terra seca sujeita a chuvas como as áreas em que os mares avançam e recuam por causa das marés. A conclusão, aparentemente apoiada pelas pesquisas de "protocélulas" do Instituto de Evolução Molecula e Celular da Universidade de Miami, indicou as algas primitivas como os primeiros seres unicelulares vivos da Terra.
A Bíblia afirma, de fato, que a erva verde foi criada no Terceiro Dia, mas a vida marítima só surgiu no Quinto Dia. Foi no terceiro dia, ou na terceira "fase" da Criação que Elohim disse:

Que a terra verdeje de verduras:
ervas que dêem sementes e árvores frutíferas
que dêem sobre a terra, segundo sua espécie,
frutos contendo sua semente.


A presença de frutos e sementes como vegetação verde que se desenvolveu, do capim às árvores, também ilustra a evolução da reprodução assexual à reprodução sexual. Nisto, também, a Bíblia inclui em seu relato científico da evolução de um estágio que a ciência moderna acredita que as algas atravessaram há cerca de 2 bilhões de anos. Foi quando as "ervas verdes" começaram a aumentar a quantidade de oxigênio do ar.
Nessa fase, de acordo com o Gênesis, não existiam "seres" em nosso planeta - nas águas, no ar ou na terra seca. Para tomar possível o aparecimento de "seres" vertebrados (com esqueletos internos), a Terra precisava estabelecer um padrão orbital e rotacional, sujeitando-se aos efeitos do Sol e da Lua, manifestados inicialmente nos ciclos de luz e escuridão. O livro do Gênesis especifica que essa organização foi feita no quarto "dia", resultando períodos repetitivos de anos, meses, dias e noites. Só então, depois de estabelecidas todas as relações celestes, os ciclos e seus efeitos, surgiram os seres do mar, do ar e da terra.
A ciência moderna concorda com a descrição bíblica e ainda fornece um indício do que motivou os antigos autores do livro do Gênesis a inserir um "capítulo" celeste ("quarto dia") entre o registro evolucionário do "terceiro dia" - quando surgiram as primeiras formas de vida - e o "quinto dia", quando os "seres" apareceram. Na ciência moderna também existe uma lacuna não preenchida de 1,5 bilhão de anos - aproximadamente de 2 bilhões a cerca de 570 milhões
de anos ­sobre a qual pouco se sabe devido à pobreza de dados geológicos e fósseis. A ciência a chama de era Pré-Cambriana; não possuindo esses dados, os sábios antigos usavam essa lacuna para descrever o estabelecimento das relações celestes e dos ciclos biológicos.
Apesar de a ciência moderna encarar a fase seguinte, o período Cambriano (nome devido à região de Gales onde foram encontrados os primeiros dados geológicos), como a primeira etapa da era Paleozóica ("Vida Primitiva"), ainda não era o tempo dos vertebrados - as formas de vida com esqueletos que a Bíblia chama de "seres". Os primeiros vertebrados marítimos apareceram há cerca de 500 milhões de anos e os vertebrados terrestres 100 milhões de anos depois, durante períodos que os cientistas consideram da era Paleozóica Inferior à era Paleozóica Superior.
Quando esta era terminou, há aproximadamente 225 milhões de anos, havia peixes nas águas, plantas marinhas, os anfíbios tinham mudado das águas para as terras secas e as plantas dessas áreas os atraíam para evoluírem a répteis; os crocodilos são remanescentes dessa fase da evolução.
A era seguinte, Mesozóica ("Vida Intermediária" ), compreende o período de 225 a 65 milhões de anos atrás e recebe, freqüentemente, o nome de "Idade dos Dinossauros" . Uma variedade de anfíbios e lagartos marinhos evoluiu, afastando-se dos oceanos, e surgiram duas linhagens principais de répteis ovíparos: os que começaram a voar e evoluíram a pássaros e os que, em maior variedade, vagaram e dominaram a terra como os dinossauros ("lagartos terríveis").
É impossível ler os versos bíblicos com a mente aberta sem compreender que os acontecimentos da Criação no "quinto dia" do Gênesis descrevem esse desenvolvimento:

Elohim disse:

"Fervilhem as águas um fervilhar de seres vivos
e que as aves voem acima da terra, sob o firmamento do céu".
E Elohim criou os grandes répteis do mar,
e todos os seres vivos que rastejam
e que fervilham nas águas,
segundo sua espécie,
e todas as aves aladas segundo sua espécie.
E Elohim os abençoou e disse:
"Sede fecundos, multiplicai- vos e enchei a água dos mares,
e que as aves se multipliquem sobre a terra".

Não pode passar despercebida a referência assombrosa que os versos do Gênesis fazem aos "grandes répteis" como um reconhecimento da existência dos dinossauros. O termo hebreu usado é Taninim (plural de Tanin) e tem sido traduzido diferentemente como "serpente marinha", "monstro marinho" e "crocodilo". Citando a Enciclopédia Britânica, "os crocodilos são o último elo vivente com répteis como os dinossauros dos tempos pré-históricos; ao mesmo tempo, são os parentes vivos mais próximos dos pássaros". A conclusão de que a Bíblia se referia não só aos grandes répteis ao falar dos "grandes Taninim", mas também aos dinossauros é bem plausível - não porque os sumérios tinham visto dinossauros mas porque os sumérios imaginavam o curso da evolução na Terra tão bem, pelo menos, quanto os cientistas do século 20.
Não menos intrigante é a ordem em que os textos antigos enumeram os três ramos de vertebrados. Durante longo tempo os cientistas calcularam que os pássaros evoluíram dos dinossauros quando estes répteis começaram a desenvolver um mecanismo planador para facilitar o salto das árvores na busca de alimentos; ou, como sustenta outra teoria, quando os pesados dinossauros presos ao solo desenvolveram maior velocidade ao correr, reduzindo o peso com ossos ocos. A confirmação fóssil dos pássaros tendo como origem os dinossauros, ao ganhar velocidade e evoluir para o uso de duas pernas, foi aparentemente encontrada nos restos do Deinonychus (réptil de "garras terríveis"), um corredor veloz com o esqueleto da cauda em forma de pluma. A descoberta dos restos fossilizados de um ser chamado Archaeopteryx ("velha plumagem") foi considerada como o "elo perdido" entre os dinossauros e os pássaros e motivou a teoria de que ambos tiveram um ancestral terrestre comum no início do período Triássico. Mas essa aparição anterior dos pássaros foi questionada desde a descoberta de outros fósseis de Archaeopteryx na Alemanha, indicando que esse ser era, sem dúvida, um pássaro plenamente desenvolvido que não evoluiu dos dinossauros, mas diretamente de um ancestral anterior vindo dos mares.
As fontes bíblicas pareciam saber disso. A Bíblia não cita os dinossauros antes dos pássaros (como fizeram os cientistas durante
algum tempo); os pássaros apareceram, realmente, antes dos dinossauros. Com tantos dados incompletos do registro de fósseis, os
paleontólogos poderão ainda encontrar novas evidências que provarão que os primeiros pássaros tinham maior afinidade com a vida marinha
do que os lagartos do deserto.
Há cerca de 65 milhões de anos a era dos dinossauros chegou a um fim abrupto; as teorias sobre as causas variam das mudanças climáticas a epidemias de vírus e à destruição da "Estrela da Morte". Seja qual for a causa, indiscutivelmente terminou um ciclo evolucionário e outro teve início. Nas palavras do Gênesis, era a manhã do sexto "dia". A ciência moderna chama era Cenozóica ("vida atual"), quando os mamíferos se espalharam pela Terra. Eis o que diz a Bíblia:
E Elohim disse:

"Que a terra produza animais segundo sua espécie:
animais domésticos, répteis e feras segundo sua espécie".
E assim se fez.

Elohim fez todos os animais da terra segundo sua espécie,
e todos os répteis do solo segundo sua espécie.

A Bíblia e a ciência concordam plenamente. O conflito entre criacionistas e evolucionistas atinge seu ponto crucial na interpretação do que aconteceu a seguir - o aparecimento do Homem na Terra. Então chegaremos a Adamo, o primeiro homem, ou Adaham, como se diz em sanscrito o nome do primeiro homem que significa a primeira consciencia.
Podemos dizer que foi coincidencia?
Nunca...seria uma ofensa a inteligencia.
Acho que por hoje já temos material suficiente, ou por bem concordar, ou aprofundarmos ainda mais as questões levantadas.
Como já citei, pincei esta "sopa de letrinhas" do livro supra citado do GÊNESIS REVISITADO, de Zecharia Sitchin e coloco a disposição dos companheiros que o quiserem.
Abraços
Cassio



--
Clayr Rosane
Porto Alegre | RS
Celular: +555199886595

Skype: clayr.rosane


"Nós devemos ser a mudança que queremos ver no mundo" Gandhi

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